segunda-feira, dezembro 12, 2005

Abortion induces long term mental distress

Um estudo norueguês prova aquilo que se pressente, mas que não se tem a certeza sem dados objectivos: quem aborta sofre de "mental distress" muito mais frequentemente no longo prazo do que quem não o faz, mesmo que tenha tido um aborto espontâneo.
Mais uma vez se mostra que vale a pena pôr todos os meios razoáveis para mostrar às mães que podem pensar em abortar que, até para elas, é melhor não o fazer.

1 comentário:

jorget disse...

E achas que para elas é diferente?
Será que era necessário um estudo para que as mulheres soubessem que fazer um aborto lhe pode fazer mal à saúde? Basta ver quantas morrem por ano, ou perguntar às que já o fizeram se a decisão que em consciência tomaram não as afectou para o resto dos seus dias e se elas não tiveram isso em consideração. Tudo isto e mesmo o facto de à luz da lei ser um crime não as tem impedido de continuarem a fazer abortos clandestinos. Meu caro Jorge, o problema é bem mais complexo do que o colocas....